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Evangelho ensina sobre perdão a um povo devastado pela guerra, na República do Congo

Posted: 20 Nov 2016 05:15 AM PST

Evangelho ensina sobre perdão a um povo devastado pela guerra, na República do Congo

A história que Jesus contou sobre um viajante sendo assaltado e ajudado por alguém de uma comunidade hostil à sua - "o Bom Samaritano" - continua a mudar vidas. Na República do Congo, onde a agitação política e um histórico de guerras tornam difícil a reconciliação entre as pessoas, a Sociedade Bíblica do Congo trouxe o Evangelho a centenas de pessoas contando esta simples, mas poderosa história.

Confira abaixo as histórias de algumas vidas que estão sendo transformadas pela mensagem bíblica, na República do Congo:


Sylvie
Hoje com 40 anos de idade, ela declarou a fé cristã por muito tempo, mas descobriu que isso era superficial, até que ela começou a ensinar no programa "Bom Samaritano" da Sociedade Bíblica para crianças, em sua igreja, no norte do Congo. Ela conta que a partir de então, se se apaixonou verdadeiramente pela Bíblia.

Tendo vivido em um país devastado pela guerra toda a sua vida, ela estava acostumada a desconfiar das pessoas. Se ela encontrasse um vizinho na rua e ele não a cumprimentasse, ficaria rancorosa e pararia de falar com ele.

Mas ver as crianças aprendendo a história de um viajante que foi espancado por bandidos, ignorado pelas pessoas que deveriam ajudá-lo e depois resgatado pelo mais improvável viajante - um samaritano que havia sido ofendido pelo povo do rapaz ferido - trouxe a mensagem da Bíblia de um forma prática à sua vida.

"Normalmente eu ia para a igreja, mas isso era mais como um hábito. Eu ia à igreja, mas não estava tão interessada na Bíblia, embora eu tivesse uma em minha casa", disse ela. "Mas desde que comecei a trabalhar no programa do Bom Samaritano, a Bíblia tornou-se mais interessante para mim".

"Eu comecei a lê-la mais. Nos últimos quatro anos, minha vida realmente mudou por causa disso. Agora falo com todos os meus vizinhos", contou.

Aderindo aos grupos do Bom Samaritano, a igreja de Sylvie teve a oportunidade de pôr em prática a lição da história.

"Os garotos [nativos] tem tantos problemas porque, infelizmente, seu pai não cuida dos filhos e sua mãe tem que fazer tudo. Isso é muito difícil para eles. Às vezes eles vêm e eles estão morrendo de fome e, por isso, temos que ajudá-los a comprar comida", explicou.

Em um país empobrecido que se recupera dos conflitos, onde as tensões são constantes e as pessoas têm dificuldade em confiar umas nas outras, a parábola do Bom Samaritano tem uma ressonância impressionante.

Sylvie diz: "Antes, se você não me ajudasse, eu não iria ajudar você, mas eu comecei a entender que eu deveria ajudar as pessoas, independentemente do que eu vou receber em troca disso".


Benoni
Benoni, de 12 anos, é um menino feliz e saudável, com muitos amigos. Ele sonha em ser jogador de futebol pelo time do Barcelona um dia e gosta de participar do programa Bom Samaritano em sua igreja.

Mas ele nem sempre foi um garoto tão amigável.

Antes de participar do programa do Bom Samaritano, ele relutava em fazer novas amizades e achava difícil perdoar as pessoas. Talvez como parte do legado de guerra do Congo, ele era uma das muitas crianças que se tornam rancorosas e passam dias e semanas sem falar com alguém que os aborreceu.

Sua mãe, uma cristã comprometida com o Evangelho, estava preocupada com isso.

"Este menino não era capaz de perdoar", contou ela.

"Se alguém tivesse um problema com ele, ele não perdoaria esta pessoa. Ficamos surpresos com isso. Somos pastores, com certeza ele vai à igreja, ouve a Palavra de Deus. Em casa tentamos conversar com ele, tentamos compartilhar a Palavra de Deus, mas não sabíamos mais o que fazer sobre esse comportamento dele. A única coisa que ajudou o menino foi a história do Bom Samaritano, porque após ouví-la, ele se tornou capaz de perdoar", explicou.

O poder da história de um homem que se aproximou de alguém de uma cultura diferente para ajudá-lo quando estava em necessidade tocou o coração de Benoni.

Seus pais haviam tentado o máximo possível e clamaram a Deus para suavizar o coração de Benoni. O programa do Bom Samaritano surgiu na hora certa. Ao passar mais tempo estudando as Escrituras e interagindo com os amigos, Benoni conseguiu aprender sobre um amor que vai além de todas as expectativas.

Sua atitude começou a mudar e sua saúde também melhorou.

Sua mãe descreveu a transformação: "Antes, se você tivesse um problema com ele, ele não conseguiria te perdoar. Mas além disso, às vezes ele passava até três dias sem comer. O menino se recusava a comer e sofria de dores de estômago. Isso era muito difícil para nós".

"Antes, ele agia de forma prejudicial, mas hoje ele está feliz com outras pessoas. Ele consegue se dar bem com os outros e estamos muito felizes com isso", contou.

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"A cada corte, um alívio": Por que jovens e crianças estão machucando o próprio corpo?

Posted: 19 Nov 2016 11:38 AM PST

"A cada corte, um alívio": Por que jovens e crianças estão machucando o próprio corpo?

A prática da automutilação pode ser causada por sentimentos de medo, depressão, dores psicológicas e até mesmo espirituais. (Foto: Getty)

"Oi, alguém me ajuda? Me corto. Tenho Onze anos de idade". O pedido de socorro é pequeno e tem poucas palavras, mas é o suficiente para mostrar o desespero de uma criança que pratica a automutilação ou o chamado "cutting", que consiste no uso de lâminas para cortar o próprio corpo, em busca de alívio para algum tipo de dor (emocional ou até mesmo, espiritual).

O tema é pauta de uma matéria especial do Fantástico neste domingo (20), mas segundo a pastora, advogada e palestrante Damares Alves, já é um problema antigo, que atormenta, não somente os que se afundam nesta prática, mas também as famílias destes jovens e crianças que se automutilam.

"As crianças estão com dor na alma e elas falam que se cortam para aliviar a dor da alma. As crianças estão se cortando no Brasil a partir de oito anos de idade", alertou a pastora.

Damares Alves coordena um grupo cristão que busca alertar igrejas e famílias sobre o perigo da automutilação. Considerando que esta é uma realidade cada vez mais presente, até mesmo entre jovens, crianças e adolescentes cristãos, a pastora e suas parceiras desse ministério têm buscado abrir os olhos de líderes, afirmando que o "cutting" é, na verdade, um pedido silencioso de socorro.

Em entrevista exclusiva ao Portal Guiame, pastora Damares Alves falou abertamente sobre o assunto, mostrando que a o vício da automutilação não discrimina classe social, raça ou religião; alertou sobre o poder das redes sociais na disseminação dessa prática e a importância da ação dos pais e igrejas no combate a este mal.

Confira a entrevista na íntegra, logo abaixo:

Portal Guiame: Jovens, adolescentes e até mesmo crianças estão praticando a automutilação no Brasil, para tentar fugir de suas dores (psicológicas ou espirituais). Em sua opinião, o que está abrindo caminho para que as coisas cheguem a tal ponto?

Damares Alves: É bom lembrar que a automutilação, ou o "cutting", não é algo novo. Isto sempre existiu entre jovens e adolescentes. Eu conheço adultos que se automutilaram quando jovens. Na literatura médica, na classificação das doenças, encontramos a 'Síndrome de Bonderline', também conhecido como transtorno de personalidade limítrofe. É uma doença psicológica grave, que provoca oscilacão de humor. O indivíduo tem medo de ser abandonado pelas pessoas próximas, pelos familiares e sofre com comportamentos impulsivos. O portador desta síndrome também se automutila.

O que vem chamando atenção de todos agora é o numero cada vez maior de crianças, adolescentes e jovens praticando a automutilação. O que também assusta, causa espanto, é o fato de encontrarmos criancas cada vez mais novas se ferindo, se cortando, se machucando. Eu mesma estou acompanhando uma menina que tem apenas sete anos de idade e pratica o "cutting".

O número, de fato, é assustador. Já existem até especialistas afirmando que estes jovens e crianças estão se automutilando por modismo. É fácil encontrar um adolescente afirmando que se cortou só porque todos estão se cortando. Quem navega neste universo também percebe que existe aquele se corta para ser aceito no grupo, para ganhar a admiração e prestigio na escola ou nos grupos, provando que "tem coragem". E possível perceber que existe até uma certa competição e exibicionismo. Alguns se filmam, se fotografam enquanto se ferem e publicam nas redes sociais para mostrar que se cortaram mais, que têm a maior cicatriz, que sua dor e maior que a do outo. Uma professora me disse que ela tem a impressão que alguns de seus alunos exibem as cicatrizes como um tipo de troféu.

Contudo, na minha experiência, percebo que a maioria esmagadora dos que se automutilam dessa forma agem em virtude da depressão, da angústia, por estarem machucados, sofrendo com uma profunda e terrível dor na alma; dor essa que é motivada por diversos fatores como abuso sexual, bulliyng, dúvidas sobre a própria identidade sexual, abandono, agressões fisicas e psicológicas, sentimento de culpa, medo, entre outros. A frase mais comum entre eles é: “a cada corte, um alívio”.

Damares Alves recebe com frequência, imagens de adolescentes que se cortam para tentar aliviar suas dores da alma. (Imagem: Facebook)

Portal Guiame: Aplicativos de celular e grupos das redes sociais estão ensinando e estimulando esta prática tão prejudicial. Qual o papel dos pais no combate a este tipo de ataque?

Damares Alves: Sou considerada por alguns como radical e excessivamente zelosa quando digo aos pais que adolescentes não podem ter senhas secretas [que somente eles saben] em seu celulares e computadores e nem senhas secretas para navegar na internet. Os pais precisam saber com quem os filhos falam nas redes sociais e sobre o que estão falando. Mas isto tem que ser construído com os filhos, dentro de um ambiente de diálogo, para que os filhos não sintam que isto é uma "invasão de privacidade". Tenho recomendado aos pais, que retardem o máximo possível a entrega de um celular, computador ou tablet para os filhos manusearem sozinhos. Tem sido cada vez mais comum os pais darem a uma criança de cinco anos de idade, por exemplo, o primeiro celular com acesso irrestrito à internet.

As redes sociais hoje têm disseminado uma cultura de morte. Existem grupos, páginas e até mesmo blogs disseminando a ideia da automutilação. Facilmente encontramos vídeos ensinando nossos filhos a se cortarem, se machucarem e até mesmo a se enforcarem.
Tive um encontro com pais cujos os filhos tinham se suicidado. Eles me disseram que não sabiam que os filhos estavam se cortando. Somente depois das mortes, quando foram verificar os computadores e celulares é que descobriram o que estava acontecendo.
Quero chamar atenção dos pais para os grupos de whatsapp. Existem grupos fechados de adolescentes e jovens suicidas. Tenho recebido alguns 'prints' [capturas de tela] de conversas que acontecem entre os membros destes grupos. O conteúdo me deixa estarrecida.

Portal Guiame: Em uma de suas palestras, você revelou que 40% das crianças que se cortam no Brasil são de famílias cristãs. Como as igrejas podem se mobilizar para combater este ataque sofrido por mentes tão jovens e vulneráveis?

Damares Alves: Tenho alertado aos líderes e aos pais que dentro das igrejas temos muitas crianças, adolescentes e jovens se cortando. Faço este alerta, pois muitos pais evangélicos e católicos praticantes acham que seus filhos estão imunes e que jamais se automutilarão. Os pais precisam saber que apenas levar os filhos para os templos, levá-los para um evento na igreja não quer dizer que eles tiveram um encontro de verdade com Jesus Cristo, que cura todas as dores da alma. Os pais levam os filhos, geralmente uma vez por semana à igreja e apostam que assim fizeram sua parte... que os filhos estão protegidos, mas ao longo da semana estes mesmos pais estão ausentes, distantes dos filhos ou alguns até mesmo são os agentes das agressões que provocam tanta dor nos próprios filhos.

Nos últimos meses, em todas as igrejas nas quais falei sobre automutilação, ao final do culto tive que orar por jovens, crianças e adolescentes que estavam se cortando ou que se relacionavam com pessoas que se automutilavam. Já aconteceu comigo também de estar pregando e jovens se levantarem de seus bancos e jogarem as navalhas / lâminas no púlpito, enquanto eu falava ou orava. Tive uma experiência recente com um pastor de uma grande igreja. Eu estava falando e ele me interrompeu, tomou o microfone de minhas mãos e pediu para a esposa subir ao púlpito. Juntos, chorando, ambos confessaram para a igreja que a filha de 14 anos de idade, se automutilou durante dois anos.

Já aconteceu em uma igreja que o ministério de louvor não conseguiu cantar ao final da minha palavra, pois todos choravam muito e me pediam para orar por eles. Tiveram a coragem de confessar que dois dos membros do grupo estavam se cortando. Não há uma igreja que quando eu fale sobre o assunto, professores, médicos ou agentes da área de seguranca presentes no auditório não se levantem em lágrimas, pedindo por socorro, pois não sabem mais o que fazer no diante da grande quantidade de crianças e adolescentes que eles atendem e que estão se cortando. O assunto está mais presente na Igreja que todos possam imaginar. Os pastores e líderes não poderão mais ignorar esta tragédia que abate toda a sociedade. Não podemos mais fingir que isto não está acontecendo, tambem dentro de nossas igrejas.

Imagens dos cortes geralmente são postadas nas mídias sociais com pedidos de socorro, para tentar se libertar do que os próprios praticantes da automutilação chamam de "vício". (Imagem: Facebook)



Portal Guiame: Existe uma relação forte entre a automutilação e o suicídio? Uma coisa poderia levar à outra?

Damares Alves: Que fique certo que nem todos que se automutilam querem se matar. Pelo contrário: alguns querem tanto viver que se cortam para aliviar suas dores e assim sobreviverem. Há necessidade de se identificar o que está levando a pessoa a se automutilar. Ttemos que atacar e nos preocupar com a causa disso tudo. No entanto, um adolescente ou um jovem que está se automutilando e que passa o tempo todo se relacionando com outras pessoas que também se automutilam pode ser sugestionado ou até mesmo incentivado a se suicidar. Sabemos inclusive que existem grupos que desafiam estes jovens e crianças a fazerem pactos de suicídio.

Temos ainda um outro aspecto a ser considerado. Algumas pessoas morrem durante a automutilação por acidente. É comum que pessoas estarem se cortando e passarem do ponto imaginado, quando alcançam uma veia, passando a sangrar demais, morrendo por hemorragia. Outro exemplo são aqueles que estão se sufocando com cordas e passam do ponto e morrem enforcados. Saibam que do mesmo jeito que existem pessoas que se cortam para aliviar a dor, tem pessoas que se sufocam com cordas apenas para ter a sensação do sufocamento e aliviar suas dores, mas não querem se enforcar realmente. Existem várias formas de se automutilar, como atear fogo em partes do corpo, arrancar cabelos, comer objetos, etc. Todas as formas podem levar à morte de forma acidental.

Grupos de mídias sociais têm distribuídos às crianças, até mesmo um "tutorial de suicídio". (Imagem: Facebook)



Portal Guiame: Então, qual seria a real gravidade deste quadro?

Damares Alves: É muito grave. Estamos diante de uma das maiores tragédias. Estamos diante do maior ataque aos nossos jovens, adolescentes e criancas. Desde que eu comecei a lidar com o tema, estou mergulhada em um mar de sangue. Confesso que não e fácil lidar com tanto sangue derramado. Urge a necessidade de nos levantarmos e com coragem bradar: Basta!

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Aos 98 anos, pastor lidera ministério de oração na Ásia: "A Palavra de Deus nos fortalece"

Posted: 19 Nov 2016 06:52 AM PST

Aos 98 anos, pastor lidera ministério de oração na Ásia: "A Palavra de Deus nos fortalece"

Tiddy Senapatiratne é um pastor de 98 anos, que mora no Sri Lanka e mantém um ministério de intercessão e evangelismo em seu país.

Segundo o neto de Tiddy, Kevin Senapatiratne, o evangelista não vê na idade avançada e nos obstáculos que ela traz, um motivo para deixar de exercer seu ministério.

"Mesmo aos 98 anos, ele está liderando um ministério de intercessão, além de escrever cartas para encorajar pastores outros cristãos. Em suas mensagens, ele desafia as pessoas a seguirem as Escrituras e vivê-las com fé em Deus", contou.

Em sua carta mais recente enviada a pastores e membros das igrejas que recebem suas mensagens, pastor Tiddy destacou o grande tesouro que os cristãos têm atualmente na Bíblia.

"Algum tempo atrás eu escrevi em uma de minhas cartas sobre Deus nos mandando meditar na Palavra dEle dia e noite (Josué 1: 8,9). Ele não apenas nos mandou que fizéssemos isso, mas também nos deu promessas em Sua Palavra", disse.

"Josué tinha apenas 5 livros naquela época, mas agora nós temos 66 livros (na Bíblia) para ler e obedecer. Temos também muitas outras promessas contidas neles. Deus nos ama tanto, e eu tenho certeza que vocês também têm experimentado o Seu amor de muitas maneiras, tanto quanto eu, ou talvez até mais", acrescentou.

Em sua carta, pastor Tiddy também destacou como a leitura diária da Bíblia é essencial para o fortalecimento da alma e o amadurecimento da vida cristã.

"Devemos ler a Palavra de Deus frequentemente, se possível todos os dias - pelo menos em uma pequena porção diária. Isso nos fará mais fortes, amadurecendo em nossa vida cristã", destacou.


Sem desculpas
O pastor citou o exemplo de um homem que já leu a Bíblia toda dezenas de vezes e destacou a importância de conhecer cada versículo da Palavra de Deus.

"Eu conheci um homem, chamado Sr. Leisser, que era proprietário de uma empresa inglesa no Sri Lanka. Ele me disse que já leu a Bíblia inteira 40 vezes. Ele a conhecia completamente, do começo ao fim. Não precisamos fazer tudo isso, mas se lermos o máximo de vezes que pudermos e a usarmos para a glória de Deus e para a salvação das almas, seremos muito abençoados. Será muito útil se aprendermos e decorarmos os versículos da Bíblia", lembrou.

Para dar base à sua argumentação, pastor Tiddy citou a passagem bíblica de Hebreus 4:12, que diz: "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração".

"A Palavra de Deus tem sido usada poderosamente por muitas pessoas mencionadas na Bíblia", destacou.

Pastor Tiddy ainda destacou que não há desculpas para se acomodar na caminhada cristã.

"Quando vemos o que aconteceu quando os apóstolos de Jesus fizeram depois de vê-Lo fazer todas aquelas coisas, não temos um desejo de agir da mesma forma? Podemos até arranjar desculpas, dizendo que eles viram o próprio Jesus fazer tudo. E nós? Precisamos pedir a Jesus que nos dê também uma visão e poder para fazer o mesmo, que sejamos tijolos, construindo a obra dEle", finalizou.

 

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Divórcio chega ao seu índice mais baixo em 35 anos, nos EUA

Posted: 19 Nov 2016 05:30 AM PST

Divórcio chega ao seu índice mais baixo em 35 anos, nos EUA

Os casais estão se divorciando menos agora que em qualquer outro momento nos últimos 35 anos, segundo um estudo de um centro de pesquisa universitário em Ohio (EUA).

De acordo com o 'Centro Nacional de Pesquisa para a Família e Casamento' da Universidade cristã 'Bowling Green State', a taxa de divórcio caiu pelo terceiro ano consecutivo nos EUA, trazendo essa marca para seu menor nível desde 1980.

Isso parece contrariar a afirmação tradicional de que "metade de todos os casamentos terminam em divórcio". Tal informação é citada como uma probabilidade estatística de que o casamento vai não será bem sucedido, em vez de uma taxa de divórcio real.

Em 2015, a taxa de divórcio, que está em declínio há vários anos, caiu de 17,6% para 16,9%. Esse número é significativamente menor do que a marca de 23%, em 1980.

De acordo com os dados publicados pelo Centro de Pesquisas, as taxas de divórcio foram mais altas nos estados do Alasca (22,7%), Arkansas (25,3%), Nevada (25,7%), Wyoming (27,9%) e Washington, DC (29,9%).

Os números também indicam que há poucos problemas no paraíso. As taxas de divórcio mais baixas ocorreram no Havaí (11,1%). Os outros quatro estados com as taxas de divórcio mais baixas incluíam Wisconsin (12,4%), Rhode Island (12,6%), Delaware (12,9%) e New Jersey (12,9%).

Apesar das porcentagens indicarem um declínio no divórcio entre os casais norte-americanos, no entanto, a separação ainda é uma realidade preocupante. De acordo com o Centro de Pesquisas, Mais de 1 milhão de casais se divorciaram em 2015.

No ano de 2015, as taxas de casamento aumentaram de 32,3%, enquanto essa marca era de 31,9% no ano anterior - a taxa mais alta desde 2009, mas ainda está 44 pontos abaixo, se comparado com o ano de 1980. O centro não explicou as razões pelas quais essas taxas de casamento aumentaram.

Outros estudos mostram que os jovens ainda estão se casando dentro do mesmo percentual que as gerações anteriores, mas estão adiando essa união para depois 30 anos de idade. Em 2014, mais de 70% dos norte-americanos se casaram pelo menos uma vez aos 35 anos, contra 90% há três décadas.

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