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Há mais milagres sobrenaturais acontecendo hoje do que se pode imaginar, diz John Piper

Posted: 02 May 2018 06:38 AM PDT

Há mais milagres sobrenaturais acontecendo hoje do que se pode imaginar, diz John Piper

Os milagres divinos dos tempos bíblicos foram numerosos, porém atos miraculosos estão de fato ocorrendo em todo o mundo com mais frequência do que as pessoas imaginam, de acordo com John Piper.

Em um episódio de segunda-feira do programa “Ask Pastor John” (“Pergunte ao Pastor John), o teólogo reformado e autor respondeu a um estudante cujos colegas lhe perguntavam coisas como 'Por que Deus não faz milagres hoje na América do século XXI, como Ele fez, tanto no Velho quanto no Novo Testamentos? Não parece conveniente que Deus só tenha feito milagres na Bíblia? Os pais desse estudante são missionários em um país do antigo bloco soviético e a diferença entre a vida no campo missionário e a vida estudantil em um campus universitário secular é "constante", explicou ele.

Piper explicou que "havia menos milagres na Bíblia do que você provavelmente pensa, e há mais milagres hoje do que você provavelmente sabe, e há uma boa razão bíblica para explicar por que haveria um certo tipo de prevalência de milagres na Bíblia, que é diferente de hoje".

"É simplesmente um grande erro pensar que os milagres ocorreram em toda a história do povo de Deus, registrada pela Bíblia. Eles não estavam correndo por toda a história do povo de Deus. Eles surgiram em torno de certos períodos de tempo como o êxodo e como os ministérios de Elias e Eliseu", disse ele sobre as intervenções milagrosas no Antigo Testamento.

A maioria dos heróis da fé antes do tempo de Cristo viveu pela fé nas promessas de Deus que nunca viram se concretizarem, uma fé baseada no que Deus havia feito no passado, ele prosseguiu. Tal qual é a vida hoje, ele continuou, enquanto os cristãos aguardam um Reino vindouro "que ainda está para ser consumado, olhando para a obra decisiva de Jesus Cristo na Bíblia".

"Quando se trata do Novo Testamento, é gloriosamente verdade que Jesus fez milagres de forma perfeita e consistente, embora Ele mesmo tenha levantado apenas três pessoas dentre os mortos e não tenha curado pessoas em muitos lugares onde ele viajou ou onde ele não viajou", ele disse.

"Não apenas isso, mas o próprio Jesus explica seus próprios milagres como apontando para Sua divindade. Em outras palavras, algo sobre esses milagres ligados a Ele e você não esperaria que eles se ligassem a outras pessoas da mesma maneira", acrescentou

Embora Jesus capacitasse seus discípulos a realizar milagres, eles sabiam que Jesus era único, Ele alegava que seu poder divino estava no fato de que ele era o Filho de Deus.

"Quando você se volta para o livro de Atos e o resto do Novo Testamento, é óbvio que os apóstolos fizeram alguns milagres surpreendentes, mas também é verdade que eles sofreram muito e seus colegas ficaram doentes. Paulo também teve um médico junto dele. Eles foram jogados na prisão e foram mortos", lembrou.

Piper sustenta uma visão que é conhecida como continuacionismo, que milagres não cessaram com a morte do último apóstolo ou o fechamento do cânon das Escrituras e que eles continuam a acontecer hoje. Já os que são conhecidos como cessacionistas acreditam na perspectiva oposta.

"Se pudéssemos recolher todas as histórias autênticas em todo o mundo - de todos os missionários e todos os santos em todos os países do mundo, todas as culturas do mundo - se pudéssemos recolher todos os milhões de encontros entre cristãos e demônios e cristãos e doenças e todas as coincidências do mundo, ficaríamos atônitos. Pensaríamos que estávamos vivendo em um mundo de milagres, o que na verdade estamos", destacou o pastor.

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Paraguai pode ser o primeiro país da América do Sul a levar embaixada para Jerusalém

Posted: 02 May 2018 06:19 AM PDT

Paraguai pode ser o primeiro país da América do Sul a levar embaixada para Jerusalém

O Paraguai pode ser o primeiro país da América do Sul a mover sua embaixada para Jerusalém. É que Horacio Cartes, o presidente da nação, já manifestou seu desejo em mudar a localidade de Tel Aviv para Jerusalém antes de finalizar sua legislatura.

Segundo informações do jornal ABC, Cartes agora aguarda um “sinal” de Benjamin Netanyahu, o primeiro-ministro de Israel, para prosseguir com a mudança de local.

O presidente ressaltou sua vontade ao dizer que a mudança da embaixada responde a um "compromisso político" e um desejo pessoal. Ele se colocou durante a celebração do 70º aniversário da criação do Estado de Israel, que aconteceu na última quinta-feira (26) no Banco Central do Paraguai.

Cartes ainda enfatizou o bom tratamento que havia dado a Israel e Paraguai, em particular a Netanyahu. O paraguaio ainda ressaltou que só espera "um sinal" do governo israelense para ordenar a transferência.

O presidente sul americano não chegou a apresentar alguma data específica, porém deixou claro sua vontade de que a mudança aconteça antes de terminar seu mandato. Tal ação é o prelúdio do reconhecimento oficial de Jerusalém como capital do Estado de Israel, por Assunção.

Onda americana

Foi em dezembro de 2017 quando Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, anunciou a polêmica decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e iniciar o processo de transferência da embaixada dos EUA.

Representando uma promessa de campanha de Trump, o anúncio da Casa Branca interrompe o trabalho diplomático e décadas de política externa dos EUA na disputada cidade. Após este episódio, muitos outros países anunciaram medidas semelhantes, como a Guatemala, Romênia, Honduras e República Tcheca.

Em contrapartida, houve o Hamas, movimento palestino, invocou um levante popular, enquanto Hasan Nasrallah, líder do grupo político e militar Hezbollah, que opera a partir do Líbano, onde milhares de refugiados palestinos vivem, juntou ao pedido em um ato multitudinário nas ruas de Beirute.

Muitas manifestaçõies foram registradas em vários países pelo mundo repudiando a posição de Trump e expressões de rejeição de outros líderes, como o turco Recep Tayyip Erdogan, que por sua vez descreveu a decisão dos EUA como "nula e inválida".

Apesar disso, Mahmoud Abbas, o presidente palestino, classificou o passo dado por Washington de "presente ao movimento sionista". Em Jerusalém Ocidental está o governo de Israel, mas os palestinos veem Jerusalém Oriental como a capital de um futuro Estado palestino.

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Não podemos permitir a matança de cristãos na Nigéria, diz Trump

Posted: 02 May 2018 05:14 AM PDT

Não podemos permitir a matança de cristãos na Nigéria, diz Trump

Durante sua visita de Estado aos Estados Unidos na última segunda-feira (30), o presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari foi recebido por Donald Trump, que deu uma importante declaração, apontando a matança de cristãos sob perseguição religiosa como algo inaceitável e que precisa parar.

"Tivemos sérios problemas com cristãos que foram assassinados e mortos na Nigéria. Vamos trabalhar nesse problema e trabalhar muito, muito pesado... porque não podemos permitir que isso aconteça", destacou o presidente dos EUA.

O presidente Trump estava se referindo aos frequentes confrontos entre as milícias de pastores fulanis e as comunidades agrícolas na vasta região do Cinturão do Meio da Nigéria, que acontecem de uma forma brutal. Na semana passada, 19 cristãos, incluindo dois padres, foram mortos a tiros durante as orações matinais de uma aldeia no estado de Benue.

Mesmo antes desse ataque, os confrontos têm sido vistos, cada vez mais, como motivados pelo extremismo religioso e étnico, e não pela competição por recursos. A situação se agrava diante da fraca segurança interna do Estado. O ataque à igreja na aldeia Ayar Mbalom aprofundou a crença, sustentada por muitos, de que este é um conflito de motivação religiosa e parece que é assim que o presidente Trump também o vê.

A declaração de Trump será bem recebida por muitos cristãos nigerianos que já são grandes defensores de Trump; como seus colegas cristãos evangélicos nos EUA, eles veem Trump como um baluarte contra o que eles sentem ser a "ambição expansionista" do Islã e a luta contra os extremistas islâmicos violentos e extremistas, como o Boko Haram, Estado Islâmico e Al Qaeda.

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