Notícias Gospel (neste email contem: 8 novas notícias)

Filed under: by:

Notícias Gospel (neste email contem: 8 novas notícias)

Link to guiame.com.br's news

Cristãs que trabalham para grupo missionário são sequestradas e estupradas , na Índia

Posted: 23 Jun 2018 06:18 AM PDT

Cristãs que trabalham para grupo missionário são sequestradas e estupradas , na Índia

Cinco mulheres que trabalhavam para um grupo missionário cristão foram sequestradas e estupradas por homens que filmaram o crime, informou a polícia no leste da Índia na última sexta-feira (22).

A AFP informou que as mulheres estavam realizando uma peça com o objetivo de aumentar a conscientização sobre o tráfico de pessoas, o que é um grande problema na Índia, no distrito de Khunti, no estado de Jharkhand, quando foram sequestradas por homens que não foram identificados.

Os agressores, que estupraram as mulheres sob a mira de uma arma, teriam filmado suas ações em um vídeo. O policial Rajesh Prasad disse que as mulheres trabalhavam para a organização não-governamental Asha Kiran, que é apoiada por um grupo missionário cristão local.

Prasad explicou que a polícia está questionando várias pessoas, incluindo os defensores do movimento anti-establishment Pathalgadi. AV Homkar, outro policial, disse a Niraj Sinha, da BBC Hind, que as mulheres se dirigiram a uma escola missionária local depois de realizar sua peça sobre tráfico humano.

"Na mesma hora, algumas pessoas armadas chegaram à escola. Eles sequestraram cinco meninas de sua equipe e as levaram para a selva, estuprando-as. Dedicamos três equipes de policiais para interrogar várias pessoas", disse Homkar.

"Ainda estamos processando o que aconteceu", disse Rajiv Ranjan Sinha, da Rede Jharkhand Anti-Tráfico. "Esta é a primeira vez que os trabalhadores de campo são alvos. Agora, será mais difícil trabalhar com essa questão", acrescentou ele, conforme relatado pela NDTV.

Cerca de 40  mil casos de estupro foram registrados na Índia em 2016, muitos deles envolvendo garotas jovens, o que provocou indignação pública e demandas para que a polícia faça mais para proteger mulheres e crianças dos agressores.

Cristãos, incluindo muitas mulheres, foram submetidos a assaltos terríveis em locais rurais na Índia devido à sua fé. No início desta semana, uma estudante de 22 anos revelou como ela e sua mãe foram perseguidas, arrastadas e espancadas por radicais hindus em sua aldeia natal, sendo informadas de que, como cristãs, não eram mais bem-vindas.

A mulher, identificada como Bahia em um artigo da Portas Abertas, disse que os radicais hindus "ameaçaram me estuprar e me matar" se ela voltasse para casa. "A situação na aldeia ainda não foi resolvida. Quero passar mais tempo aprendendo sobre Deus para que um dia eu possa voltar com o Evangelho. Essa é a promessa que fiz à minha mãe", disse Bahia.

"É o meu profundo desejo de compartilhar a palavra de Deus. Quero dizer a todos que Jesus não morreu apenas por estrangeiros. Ele morreu por todos. Essa é a minha mensagem para as pessoas da minha aldeia, para as pessoas na Índia e para as pessoas fora do nossa país", colocou.

This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now

A chave para evitar a frieza espiritual é ver Deus como um pai amoroso, diz Mike Bickle

Posted: 22 Jun 2018 02:06 PM PDT

A chave para evitar a frieza espiritual é ver Deus como um pai amoroso, diz Mike Bickle

A oração e a adoração são mantidas continuamente há mais de 19 anos na International House of Prayer of Kansas City (IHOPKC), nos Estados Unidos. Segundo seu fundador, o pastor Mike Bickle, são mais de 700 músicos orando e adorando em tempo integral, 24 horas por dia e 7 dias na semana.

“A música e a adoração nunca pararam nem por um minuto nesses 19 anos”, disse Bickle em entrevista ao Guiame. “Acontece assim como o rei Davi, que tinha 4 mil levitas trabalhando em tempo integral, como vemos no livro de 1 Crônicas”.

Em passagem pelo Brasil, o pastor norte-americano reconhece que um grande avivamento está para acontecer na nação. “Eu acredito que a Igreja Brasileira vai tocar as nações da Terra muito mais do que as pessoas imaginam”, destaca. “Acredito que o Brasil agora mesmo tem uma unção de adoração maior do que qualquer outro país no mundo”.

Quando se trata de avivamento, Bickle observa que vários componentes importantes fazem parte de um despertamento espiritual. “Há uma manifestação soberana do poder do Espírito Santo, mas também há uma participação humana. De alguma forma, Deus está esperando a igreja orar e, por outro lado, a igreja está esperando a perfeita hora de Deus”, explica.

O pastor esclarece que durante um avivamento, há uma maior manifestação do poder de Deus na vida das pessoas. “Os corações se tornam mais inclinados para Jesus, muitas pessoas são salvas, muitos cristãos renovam o amor, curas físicas acontecem e a atmosfera espiritual de uma cidade inteira muda. Na esfera invisível, quando oramos e Deus estende sua mão em avivamento, há mais liberação de anjos e demônios são obrigados a recuar”.

Vencendo a frieza espiritual

Embora o avivamento traga consigo um renovo espiritual, muitos cristãos se deparam com fases de frieza e fraqueza. No entanto, Bickle afirma que é possível voltar a se fortalecer e recuperar a paixão por Deus.

“Eu tenho sido pastor por 40 anos, mas eu já tive estações de frieza ou fraqueza em todo esse tempo. Elas me preocupam sim, mas descobri como me sentir conectado novamente”, afirma.


Elcio Lodos e Mike Bickle, pastores da International House of Prayer of Kansas City. (Foto: Guiame/Lucas Giovannetti)

Dentre os princípios para não se manter na frieza espiritual, o pastor considera importante ter uma visão correta da personalidade de Deus. “Alguns pensam em Deus como um técnico de futebol irado, mas Deus é um pai amoroso. Mesmo em nossa fraqueza, Ele tem prazer em se relacionar conosco. Ele vê a nossa fraqueza, mas enxerga um quadro maior”, esclarece.

O pastor também acredita ser importante ter amigos que temam a Deus, se envolver em estudos bíblicos e ter um tempo diário de oração. “Em pelo menos 15 minutos do dia, abra sua Bíblia e fale com Ele de acordo com os versículos. Não lemos a Bíblia apenas para informação, nós lemos para conversação”, disse ele.

Separar um tempo específico para oração na rotina é essencial, segundo Bickle. “Se você tem um tempo focado para se dedicar ao Senhor, você pode fazer muito mais”, avalia. “Eu falo para as pessoas que elas não ganham nada com Deus ao separar tempo de oração na agenda, mas você está colocando o seu coração numa posição para tocar o fogo de Deus”.

This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now

Conhecida por participar do programa Fantasia, modelo deixa o tráfico ao aceitar Jesus

Posted: 22 Jun 2018 12:49 PM PDT

Conhecida por participar do programa Fantasia, modelo deixa o tráfico ao aceitar Jesus

Leslie Balzano ficou bastante conhecida por participar de um programa de TV chamado “Fantasia”, transmitido no SBT. Criado em 1997, o programa revelou várias personalidades da televisão brasileira como a apresentadora infantil Jackeline Petkovic, a cantora Tânia Mara, a apresentadora Amanda Françozo e a jornalista Adriana Colin.

Uma das garotas que ficou conhecida foi Leslie Balzano. O que os telespectadores não sabiam era que a jovem lidava com problemas sérios. “Nasci em um lar disfuncional. Meus pais moravam juntos, mas não viviam mais juntos. Então, aquilo não tinha mais estrutura. O contexto de família não existia”, contou ela em um vídeo publicado no canal Inspire sua vida.

“Com 14 anos meus pais vieram morar em São José e eu fui morar no Jacareí sozinha. Eu, uma amiga e o irmão dela. E alí praticamente já comecei a minha Independência, com os 14 anos. Foi ali que comecei a me interessar por ser modelo e que eu entrei para o mundo da moda, da televisão, fiz vários comerciais para poder ter meu próprio sustento”, explica.

Leslie diz que ainda muito jovem, começou a cometer alguns crimes. “Na adolescência foi quando eu comecei a roubar coisas pequenas. Comecei a roubar cartão de lojas e coisas pequenas. Comecei a trabalhar em uma loja e roubava o caixa da loja. Depois eu comecei a roubar lojas grandes. Comecei a praticar estelionato com 17 anos”, disse ela.

Mais tarde, Leslie se mudou para São Paulo. “Foi lá que eu comecei a trabalhar no programa de TV”, disse ela sobre o Fantasia. “Foi da minha adolescência para juventude também que eu comecei a me envolver com um rapaz que participava de uma facção criminosa. Eu comecei a traficar drogas com ele, comecei a andar armada. A gente chegou até morar na favela”, disse.

O início da transformação

“Chegou uma época em que eu abri uma conta corrente para que essa facção criminosa pudesse fazer os depósitos das mensalidades na minha conta. Foi nessa época também que eu engravidei aos 22 anos e através do meu filho comecei a refletir muito na minha vida. Nessas saídas em que eu ia visitar o pai do meu filho o ônibus parava em frente a uma igreja e tinha um parquinho lá”, disse ela.

“Foi quando meu filho viu parquinho e quis brincar. Então chegou uma moça e ela disse: ‘Vamos entrar?’ E eu disse: ‘Eu sou de outra religião’. Ela deu os braços para o meu filho  que correu para o colo dela. Ela entrou com ele e depois eu não consegui mais tirar ele de lá. Foi quando eu entrei nessa celebração e lá estava tocando um louvor. ‘Senhor te quero, eu quero ouvir a tua voz’. Todo mundo pulando e dançando e eu triste por dentro”, lembrou.

“Aquele louvor mexeu demais comigo. Marcou demais a minha vida. E eu ouvi a voz do Senhor naquele momento, porque eu queria sair do crime. Foi através desse louvor que eu me rendi a Jesus, que eu o aceitei como Senhor e salvador da minha vida. Eu fui até a frente, estava chorando muito e foi ali que Deus começou a obra”, disse.

“Eu bebia muito, fumava muito, mas Deus me libertou no momento em que aceitei a Ele. Naquele dia eu já não sentia mais nem vontade de colocar um cigarro na minha boca e foi nesse mesmo dia que eu falei com o pai do meu filho que não queria mais que fizesse os depósitos na conta corrente. Não queria mais participar de nada. Cheguei a terminar o relacionamento com ele e na mesma hora o pessoal da facção foi lá em casa e levaram tudo. Nesse mesmo dia Deus começou a fazer essa limpeza na minha vida”, salientou.

This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now

Evangelista relata avivamento na Mongólia: “Pessoas eram tocadas por Deus nas ruas”

Posted: 22 Jun 2018 10:58 AM PDT

Evangelista relata avivamento na Mongólia:

A evangelista americana Marilyn Hickey, de 86 anos, ainda está com seu ministério ativo e está testemunhando um despertar espiritual na Mongólia, uma nação asiática localizada entre os territórios da Rússia e da China.

“Então eu pensei que seria difícil, mas há um tremendo avivamento acontecendo. Até as pessoas nas ruas vão falar com você sobre como acontece a salvação”, contou a evangelista ao site Charisma News.

Em maio, Hickey passou pela Mongólia e China com uma equipe de 75 pessoas para pregar o Evangelho. Conhecida pelas grandes cruzadas no mundo islâmico, a evangelista experimentou a inédita liberdade religiosa que surgiu entre os mongols.

“Você não pode dizer a Deus o que Ele não pode fazer. Então, foi um momento muito favorável”, conta Hickey. “De todas as equipes que foram para Ulaanbaatar (capital da Mongólia), nós voltaríamos em um piscar de olhos por causa dessa abertura”.

Desde que a Mongólia se desligou da União Soviética, o país deixou de adotar as regras comunistas e passou a oferecer maior liberdade cultural e religiosa.

Hickey relata que em quatro reuniões em que ela participou, inúmeras pessoas aceitaram a Cristo e muitos milagres acontecerem. "Nós vimos tumores desaparecerem, colunas tortas se endireitarem, pessoas que não sabiam ler conseguindo ler milagrosamente. Quando você conta com 75 pessoas, todos elas têm testemunhos de oração. Nessas viagens de equipe, eu tenho mais do que duas mãos. Eu tenho 75 pares de mãos”.


A evangelista Marilyn Hickey é conhecida pelas cruzadas no mundo islâmico. (Foto: Marilyn Hickey Ministries)

A evangelista afirma que sua equipe também andou pelas ruas do país em oração e muitas pessoas se renderam a Cristo em locais públicos. “Deus nos falou que Ele nos daria o coração das pessoas, e nós vimos os corações das pessoas. Ele também nos falou que derramaria Seu Espírito sobre toda carne, e Ulaanbaatar é parte de toda a carne”, conta Hickey.

Inicialmente, Hickey foi atraída pela Mongólia quando começou a orar pelo país. Embora a Mongólia seja 50% budista, a evangelista tem investido seu tempo de oração nestes povos e incentiva os cristãos a fazerem o mesmo.

“Eu gosto de dizer às pessoas: ‘Não apenas assista às notícias, mude elas’. Quando assistimos ao noticiário, podemos orar pelas nações. Não precisamos apenas dizer: ‘Oh, a vida é assim mesmo’. Então eu digo: mude as notícias”, destaca Hickey.

This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now

Pastor diz que termo “unção” é frequentemente mal usado entre os evangélicos

Posted: 22 Jun 2018 09:37 AM PDT

Pastor diz que termo

O pastor Heber Campos Jr. explicou em um vídeo publicado pela Editora Vida Nova que unção, diferente do que muitos pensam, não é algo que vem e vai, mas que permanece no cristão. Ele ressalta sua visão sobre o assunto baseando-se na Bíblia.

“É bom que a gente desconstrua algo que não está nas Escrituras, para depois a gente falar do que é um reflexo mais fiel do que está nas Escrituras. Para muitos, a unção do espírito é aquela coisa que entra antes da pregação começar e sai depois que a pregação terminou, como se o espírito fosse um poder variável, que vem e vai”, disse ele.

“A gente achar que a unção faz conosco que fazia com Sansão, por exemplo, quando o Espírito estava em Sansão e ele fez coisas extraordinariamente fortes, eu acho que essa não é uma boa analogia. Porque a unção nas Escritura não tem a ver primordialmente com poder. Unção era um ato público de reconhecimento de que alguém tem autoridade para exercer a sua função”, colocou o pastor.

Ele ainda salienta sobre a história de Saul. “Na história de Saul acontece algo curioso. Ele acaba abandonando os caminhos de Deus e diz que o Espírito saiu dele. Depois disso, Davi teve um encontro com Saul e não o mata, porque ele era ungido do Senhor. O que Davi estava expressando aqui é que ele não tinha liberdade para matar Saul, porque tinha a autoridade”, coloca.

“No Novo Testamento o texto mais útil para a gente compreender a unção é I João 2. Frequentemente as pessoas são confundidas pelos títulos em negrito dizendo sobre a unção do Espírito Santo, que na verdade não é um retrato dos mais fiéis. A unção do Santo não está falando do Espírito, mas de Jesus. Ele é o Santo da passagem. Inclusive fala do retorno Dele. Então é uma referência clara da segunda pessoa da Trindade, o santo de Israel. E é Ele quem nos dá autoridade”, ressalta.

“A unção tem a ver com autoridade que recebemos, por que a verdade da Palavra reside em nós. I João 2 fala que a unção permanece, ela não vem vai. Unção não é um bom termo para a gente falar do pregador, porque dá a impressão que ele tem uma coisa por pouco tempo. Na verdade, a unção é o que nos une e não o que nos separa”.

“Unção não é uma coisa que vem e vai. É algo que permanece, é a palavra de Deus aplicada ao nosso coração. Ela é conosco, então quando o pregador vai ministrar a Palavra ele tem que ir na confiança de que já é ungido por Deus. E quando nós oramos, não devemos orar para que Deus unja o pregador, porque ele já tem a unção dos Santos”.

This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now

“Eu conseguia tirar proveito dos cristãos que não oravam”, diz ex-satanista

Posted: 22 Jun 2018 08:00 AM PDT

Depois de atuar como sumo sacerdote da “santeria” e dedicar sua vida aos demônios, John Ramirez passou a entender o mundo espiritual de maneira completa após entregar sua vida a Jesus Cristo e se tornar pastor.

Em suas antigas práticas religiosas, Ramirez era conhecido como “filho de Lúcifer”. Hoje, como filho de Deus, seu principal objetivo é incentivar os cristãos a ter uma vida de oração ativa.

“Queria que os cristãos soubessem que não há apenas uma guerra espiritual de defesa, mas há uma ofensiva espiritual. Precisamos manter o diabo em seu lugar”, disse ele à CBN News.

Ramirez revela que era mais efetivo no satanismo quando os cristãos não tinham uma vida de oração. “Eu conseguia tirar proveito e tomar uma posição no reino espiritual contra os cristãos que não estavam orando. Eu tomava o território e então possuía seus vizinhos, possuía seu bairro e possuía sua região, porque eles não os cercavam com orações. Dessa forma eu vencia”, explicou.

Ele também contou das dificuldades que enfrentava quando os cristãos oravam para que seus planos malignos fossem paralisados. “Foram esses crentes, esses intercessores que me deram uma grande derrota no mundo espiritual”, disse Ramirez.

“Quando entrei em um bairro, eles estavam no espírito juntos de mãos dadas. Eles estavam fisicamente de mãos dadas? Eu não sei, mas no reino espiritual eles estavam de mãos dadas. Eles conseguiram me expulsar do bairro. A missão foi abortada, eles  enfraqueceram a minha tarefa e nenhuma missão foi cumprida porque eles sabiam algo: eles tinham o poder naquele bairro que eu não tinha”, acrescentou.

Hoje, o pastor encoraja os cristãos a orarem pela nação, escolas e bairros. “Se eu sei o que está acontecendo na minha vizinhança, então eu sei o que devo levar até o altar de Deus”, afirma. “Precisamos interceder pelo nosso bairro, nossa região, nossa família, nossos entes queridos, nossos maridos, esposas, nossos locais de trabalho”.

Depois de viver no engano durante a maior parte de sua vida, Ramirez diz que não trocaria nada pela verdade que encontrou em Cristo. “Durante vinte e cinco anos, consegui fazer mal a qualquer pessoa, em qualquer lugar. Eu considero tudo como perda, comparado com a grandeza do conhecimento de Cristo. Ele é o ar que eu respiro. Ele caminha comigo. Eu posso ouvir o som da voz Dele em meu ouvido”.

This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now

Perseguição religiosa cresce em nível mundial e alcança 144 nações

Posted: 22 Jun 2018 08:00 AM PDT

Perseguição religiosa cresce em nível mundial e alcança 144 nações
Novas pesquisas revelam que a hostilidade religiosa está mundialmente em ascensão, à medida que as restrições patrocinadas pelo governo e as agressões não-estatais à prática religiosa aumentaram pelo segundo ano consecutivo.
 
O nono estudo anual do Centro de Pesquisas 'Pew', divulgado na última quinta-feira sobre as restrições religiosas em todo o mundo, mapeou a situação da liberdade religiosa em 198 países em 2016 e encontrou um notável aumento geral a partir de 2015. Seja por decretos governamentais hostis à fé religiosa ou grupos terroristas cometendo atrocidades contra as minorias religiosas em suas sociedades, o antagonismo em relação às pessoas por causa de sua religião está aumentando cada vez mais.
 
"Mais de um quarto (28%) dos países tinham níveis 'altos' ou 'muito altos' de restrições governamentais à religião em 2016, um aumento de 25% com relação ao ano anterior. Essa é a maior parcela de países nessas categorias desde 2013", diz o relatório.
 
As nações nestas categorias obtiveram pelo menos 4.5 no Índice de Restrições do Governo, uma escala de 10 pontos baseada em 20 indicadores de políticas estatais contra a expressão religiosa que vão de tudo, como a proibição de evangelismo a assaltos físicos a comunidades religiosas. A nação do Laos, no sudeste asiático, entrou no ranking com um nível "muito alto" em 2016, por exemplo, por causa de uma nova política que permite ao governo suspender qualquer atividade religiosa que considere uma ameaça a seus costumes ou leis.
 
A porcentagem de nações que tinham hostilidades sociais "altas" ou "muito altas" envolvendo religião permaneceu a mesma em 27%, de acordo com o estudo. Como o Índice de Restrições do Governo, o Índice de Hostilidade Social usado pelos pesquisadores é uma escala de 10 pontos que mede mais de uma dezena de hostilidades sociais como tensão inter-religiosa e terrorismo relacionado à religião. Os países que obtiveram pelo menos 3,6 na escala foram classificados como "alto" ou "muito alto", dependendo de como eles se classificaram nas outras categorias medidas.
 
Em aproximadamente 10% dos países onde crescentes hostilidades e restrições religiosas puderam ser encontradas, os patrocinadores empregaram uma retórica abertamente nacionalista, na qual a religião de alguém era considerada prejudicial para a nação como um todo.
 
"16% dos países do relatório organizaram grupos sociais que usaram a retórica nacionalista contra as minorias religiosas no país, um aumento de 14% em 2015", observou Katayoung Kishi, da Pew.
 
Os grupos religiosos mais visados ​​para o assédio por parte do governo ou grupos sociais eram cristãos e muçulmanos, os dois maiores grupos religiosos do mundo. Os cristãos enfrentaram um aumento na hostilidade social geral e nas restrições do governo em 144 países em 2016, muçulmanos em 142 países.
 
Egito, Rússia, Índia, Indonésia e Turquia tiveram os maiores níveis gerais de restrições religiosas entre as 25 nações mais populosas do mundo. A China, que em 2016 abriga aproximadamente 1,38 bilhão de pessoas, apresentava os mais altos níveis de restrições governamentais à religião. A Índia, que tem uma população de 1,32 bilhão de pessoas, tem os níveis mais altos de hostilidades sociais envolvendo religião.
 
"Ambos os países tiveram os níveis mais altos de restrições nessas respectivas categorias, não apenas entre os 25 países mais populosos, mas também no mundo como um todo", acrescentou o relatório.

This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now

Igreja construirá hospital para ajudar mulheres em país com alto índice de estupros

Posted: 22 Jun 2018 07:59 AM PDT

Igreja construirá hospital para ajudar mulheres em país com alto índice de estupros

Há muitos lugares no mundo onde existe pobreza, mas o distrito de Kyegegwa, a oeste de Uganda é uma região da África devastada por uma das maiores taxas de violência étnica do planeta. Esse dado persegue a região há décadas. Lá existe um acampamento de refugiados denominado “Kyaka 2”, que serve de lar para mais de 50 mil refugiados do leste da República Democrática do Congo.

A situação é bastante precária. O cenário é caótico, pois centenas de milícias causam estragos nas comunidades. Eles vão de aldeia em aldeia e praticam todo tipo de maldade. Assassinam, estupram mulheres e crianças e roubam as choupanas. O lugar é descrito como a “capital da violação do mundo”. Sabe-se que 48 mulheres são violentadas a cada hora e 65% das vítimas da violência sexual são crianças.

Além disso, segundo as últimas estatísticas, até mesmo no acampamento de Kyaka 2, 10% das crianças são violentadas pela milícia. Ao perceber tamanha crueldade, a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) Uganda, com o apoio da Adventist Help, abrirá um hospital com doações. O projeto terá início em agosto de 2018.

Situação de caos

Para esclarecer, é preciso entender que dezenas de milhares de crianças já foram sequestradas para atuar como soldados, nesta região. Elas são vítimas de tráfico humano, prostituição forçada e escravidão. Sem dúvidas, é uma das regiões mais perigosas do mundo.

Para se ter uma ideia, somente no ano passado, a escala da violência deu lugar a um deslocamento maior de 2,7 milhões de pessoas. Além disso, há uma crise de fome que já atinge mais de cinco milhões de crianças. Essas crianças estão em um grave estado de desnutrição, sendo uma das taxas mais altas do planeta. Sem falar do pior surto de cólera em décadas.

Todos esses fatores causam um êxodo, mas para sanar esta situação, a igreja pretende repetir o êxito do hospital construído em Mosul, Iraque, que desde o ano passado atendeu mais de 50 mil pacientes refugiados. A ADRA Uganda convidou voluntários da Adventist Help para colaborar no desenvolvimento de uma unidade de campanha ainda maior para os congoleses que entraram em Uganda.

Lugar de refúgio

Sabe-se que foi concedido para o projeto uma área de 12.000 m² no acampamento central de Kyaka 2, pelo escritório do primeiro-ministro. O espaço fica no principal ponto de chegada dos ônibus com os refugiados.

Lá, as estatísticas de saúde são péssimas até mesmo quando comparadas com a de países como Somália. O local tem instalações de saúde extremamente limitadas por conta da falta de infraestrutura. Equipara-se ao Iraque, mas com uma população maior, com menos instalações e com muitos indícios de doenças infecciosas.

O hospital deverá ter 100 leitos, com uma ala para homens, mulheres e pediatria, uma sala de parto e instalações de isolamento. Também haverá uma sala de emergência bem equipada, com unidade de raio X e ultrassom, laboratório, unidade para pacientes ambulatoriais, incluindo saúde dental e mental, e duas salas de cirurgia, sendo uma exclusiva para obstetrícia.

This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now

0 comentários: