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Um pastor fora de série

Posted: 20 Sep 2018 07:59 AM PDT

Um pastor fora de série

Além de ser o pão da vida, a luz do mundo, a porta das ovelhas, a ressurreição, o caminho, a verdade, a vida, a videira verdadeira, Jesus é o bom pastor. E ele é tão bom que dá a vida pelas suas ovelhas. É por essa razão que Jesus é um pastor fora de série. Se você fizer de Jesus o pastor da sua vida, pode estar certo de uma coisa: a sua vida nunca mais será a mesma.

Se você fizer de Jesus o pastor da sua vida, vai deixar de ser enganável, porque jamais seguirá um estranho. Na verdade, fugirá dele porque não reconhece a voz de estranhos. Vai saber quais são as vozes que devem ser ignoradas e banidas. Só terá ouvidos para ouvir, e coração para atender a voz de Jesus, a voz das vozes.

Se você fizer de Jesus o pastor da sua vida, vai deixar de ser um miserável, porque Jesus não é como o ladrão que vem para matar, roubar e destruir. Jesus vem para que você tenha vida e vida abundante. E essa vida não começa apenas com a ressurreição do último dia. Ela começa aqui e agora. Quem tem Jesus, começa a viver melhor já nessa vida.

Enfim, se você fizer de Jesus o pastor da sua vida, vai deixar de ser um solitário, porque Jesus o conduzirá para fazer parte do rebanho dele. Você, então, deixará de viver apenas por si e para si, porque pertencerá a esse rebanho universal, que possui uma multidão de ovelhas que ninguém pode contar, de todas as tribos, povos, nações e línguas.

 

* O conteúdo do texto acima é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

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Em vídeo, Boko Haram ameaça matar adolescente cristã: “É uma mensagem de sangue”

Posted: 20 Sep 2018 07:32 AM PDT

Em vídeo, Boko Haram ameaça matar adolescente cristã:

Em um vídeo recente, o grupo terrorista Boko Haram anunciou a execução de uma trabalhadora humanitária e ameaçou matar uma adolescente cristã e outras duas reféns, de acordo com a organização da Portas Abertas.

A jovem morta pelos terroristas, Saifura Hussaini, de 25 anos, foi sequestrada pelo Boko Haram em 1º de março durante um ataque na cidade de Rann, na província de Borno, área de atuação do grupo jihadista. Ela trabalhava em um projeto de atendimento pré-natal pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).

No mesmo vídeo, os terroristas ameaçaram matar outra parteira do CICV, Hauwa Mohammed Liman, uma enfermeira que trabalhava em um centro do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Alice Loksha e a adolescente cristã Leah Sharibu.

De acordo com o site nigeriano The Cable, os insurgentes afirmam que entraram em contato com o governo sobre os cativos mas não tiveram resposta.

“Entramos em contato com o governo por escrito e também enviamos mensagens de áudio, mas o governo nos ignorou. Então, aqui está uma mensagem de sangue”, disse um porta-voz do grupo. “A outra enfermeira e parteira serão executadas de maneira semelhante em um mês, incluindo Leah Sharibu”.

Fé que não foi negada

Apenas três semanas atrás, o Boko Haram divulgou uma mensagem de áudio e uma foto de Leah Sharibu, que foi sequestrada em 13 de fevereiro deste ano em uma escola na cidade de Dapchi, junto com mais de 100 outras garotas.

Na gravação de áudio de 35 segundos, a menina de 15 anos — a única que não foi libertada com as outras garotas raptadas por ter se recusado a negar Jesus — pediu ajuda para sua família e para si mesma.

“Eu peço ao público para ajudar minha mãe, meu pai, meu irmão mais novo e meus parentes”, disse Leah em sua língua Hausa. “Por favor, me ajude a sair dessa situação. Estou implorando que me trate com compaixão. Eu peço ao governo, particularmente ao presidente, que tenha pena de mim e me tire desta situação séria”.

Emmanuel Egebe, um ativista nigeriano nos Estados Unidos, acredita que a morte da trabalhadora humanitária, que é muçulmana, sinaliza uma mudança na estratégia do Boko Haram.

“O Boko Haram geralmente executa homens cristãos que se recusam a converter e homens e mulheres — cristãos ou muçulmanos — que trabalham para serviços de segurança. É contrário às regras do Boko Haram executar mulheres muçulmanas”, observa.

Negligência do governo

Após a publicação da mensagem de áudio de Leah, um porta-voz do governo da Nigéria emitiu uma nota à imprensa: “Para o presidente Buhari, nenhum esforço será poupado para trazer todas as nossas meninas para casa. Ele não descansará até que todas sejam libertadas”.

No entanto, o pai de Leah, Nathan, disse que a família não foi procurada por nenhum representante do governo desde o desaparecimento de Leah. “Nada está sendo feito que eu saiba. Eu não sei de nenhum plano para libertá-la. O que eu sei é o que recebo da mídia. Eu acredito que eles podem resgatá-la do Boko Haram se eles quiserem nos ajudar”, disse ele em entrevista à Voz da América, no dia 12 de setembro.

A mãe de Leah, Rebecca, também fez um apelo aos cristãos do mundo inteiro. “Imploro para os cristãos nas altas posições em todo o mundo e para o presidente, assim como ela implorou, para ajudá-la a sair da situação em que ela está”.

Em abril, quando Leah percebeu que não seria libertada com as outras garotas sequestradas, ela enviou uma mensagem à sua mãe através de uma colega de classe.

“Minha mãe não deve ser incomodada”, escreveu ela. “Sei que não é fácil sentir a minha falta, mas quero assegurar que estou bem. Estou confiante de que um dia verei seu rosto novamente. Se não for aqui, será no seio de nosso Senhor Jesus Cristo”.

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Mais de 270 cristãos são processados por evangelizar, na Índia

Posted: 20 Sep 2018 07:05 AM PDT

Mais de 270 cristãos são processados por evangelizar, na Índia

A crescente intolerância religiosa na Índia está levando 271 cristãos do estado de Uttar Pradesh, no norte da Índia a serem processados por evangelizar pessoas de outras religiões. Entre as acusações ​​de vários crimes colocadas sobre eles, estão a "tentativa de converter hindus através do uso de drogas e da disseminação de mentiras sobre o hinduísmo".

Dos 271 cristãos, apenas três tiveram seus nomes revelados — os pastores Durga Prasad Yadav, Kirit Rai e Jitendra Ram — nas acusações apresentadas no distrito de Jaunpur, 200 km a sudeste da capital do estado, Lucknow, em 5 de setembro.

As 271 pessoas foram inicialmente inocentados de qualquer irregularidade por um tribunal em agosto, mas agora estão sendo "acusadas ​​de várias ofensas criminais, como fraude, contaminação de locais de culto e preconceito contra a integração nacional", disse o vice-superintendente da polícia, Anil Kumar Pandey à AsiaNews.

Porém, o presidente do Conselho Global de Cristãos Indianos (GCIC), Sajan K. George assegura que as acusações não são verdadeiras.

"Em Uttar Pradesh, radicais hindus fabricaram acusações infundadas contra inocentes cristãos pentecostais", disse ele.

"Houve uma onda de perseguição contra os cristãos. Pastores pentecostais e grupos cristãos estão sob vigilância constante de elementos radicais e da polícia", acrescentou.

Um pastor local disse que as alegações eram "absolutamente falsas e sem fundamento". Ele disse à agência UCA News que os cristãos participaram de cultos na área, nos últimos 15 anos e que nunca causou nenhum problema até que o partido extremista pró-hindu Bharatiya Janata (BJP) chegou ao poder.

O advogado daqueles que registraram a queixa contra os cristãos disse que os pentecostais "vinham tentando há anos persuadir as pessoas a se converterem ao cristianismo e irem à igreja".

"Depois das orações de domingo e terça-feira, eles espalharam informações falsas sobre o hinduísmo para persuadir as pessoas a adotarem o cristianismo", disse o advogado. "Além disso, os acusados ​​entregaram medicamentos e drogas proibidos aos visitantes e, sob seu efeito, os influenciaram a se tornarem cristãos".

'Violência patrocinada pelo Estado'

No domingo, 16 de setembro, a polícia em Jaunpur impediu que as pessoas frequentassem um culto em Bhulandih, segundo twittou a Comissão de Liberdade Religiosa da Comunhão Evangélica da Índia.

"Grupos fanáticos interromperam o culto e gritaram palavras de ordem contra o cristianismo em igrejas e muitos lugares em Jaunpur. Alguns supostamente fizeram isso até mesmo na presença da polícia", twittou a comissão. Em outro tweet, ele disse que outro pastor foi preso na sexta-feira, 14 de setembro.

De acordo com o grupo de liberdade religiosa ADF India, o estado de Uttar Pradesh experimentou o maior número de ataques violentos contra cristãos entre todos os outros 26 estados, no primeiro semestre de 2018.

Um voluntário que ajuda as vítimas de tal violência disse ao World Watch Monitor em julho: "Os ataques violentos que as minorias cristãs vinham sofrendo em Uttar Pradesh fazem parte do aparato estatal; é uma violência patrocinada pelo Estado. Os agressores estão bem cientes de que os cristãos em áreas rurais, especialmente, pode ser facilmente um alvo da intolerância".

A Índia ocupa o 11º lugar na lista de 2018 da Portas Abertas sobre os 50 países onde é mais difícil se viver como cristão.

De acordo com o censo de 2011, quase 80% da população da Índia é hindu, com o islamismo sendo a segunda maior religião (14%) e os restantes 6% pertencentes a outras religiões como o cristianismo, o sikhismo, o budismo ou o jainismo.

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Cresce o número de crianças que injetam drogas para transição de gênero

Posted: 20 Sep 2018 05:32 AM PDT

Cresce o número de crianças que injetam drogas para transição de gênero

O número de pessoas que se identificam como transexuais e transgêneros está aumentando nos Estados Unidos, incluindo muitas crianças e adolescentes.

A Academia Americana de Pediatria publicou descobertas de que mais adolescentes estão começando a usar "termos de gênero não tradicionais" para se identificarem.

Ativistas transgêneros insistem que as pessoas que se identificam como o sexo oposto devem passar pelo processo de transição que requer terapia hormonal e até mesmo cirurgias de mudança de sexo.

Os médicos têm aceitado cada vez mais atender casos de garotas menores de idade, que se identificam como sendo do gênero masculino e estão realizando mastectomias duplas (remoção dos dois seios) para evitar o "trauma" do desenvolvimento de mamas, relata a The Federalist.

Citando um estudo no Journal of American Medical Association, a revista conservadora disse: "Alguns médicos nos Estados Unidos estão realizando mastectomias duplas em meninas saudáveis ​​de 13 anos. A justificativa é a disforia de gênero  as meninas agora se identificam como meninos e, portanto, querem se parecer com meninos".

O estudo coletivo foi realizado em uma clínica especializada em atendimento a jovens transgêneros e coletou dados de pesquisas sobre o uso de testosterona e desconforto torácico entre jovens e adultos transmasculinos que se submeteram à cirurgia.

"Os jovens elegíveis tinham entre 13 e 25 anos de idade, foram designados para o sexo feminino ao nascimento e tinham um gênero identificado como algo diferente de sexo feminino. O recrutamento ocorreu durante as visitas clínicas e por telefone entre Junho de 2016 e dezembro de 2016", diz o estudo.

Europa

Como efeito da ideologia de gênero, a disforia de gênero também é um problema crescente no Reino Unido, onde jovens encaminhados para "tratamento de gênero" aumentaram de 97 em 2009 para 2.510 em 2017-2018, um aumento de mais de 4.000% em 10 anos.

"Alguns educadores já haviam avisado que a promoção de questões transgênero nas escolas geraria 'confusão' na mente das crianças e que incentivar as crianças a questionar o seu próprio gênero se tornou uma indústria", informou o jornal britânico Telegraph.

"A Dra. Joanna Williams, autora do livro 'Women vs Feminism' (Mulheres x Feminismo), disse que as escolas estão encorajando até mesmo as crianças mais novas a questionarem se elas são realmente um menino ou uma menina", acrescentou a publicação.

A questão é tão grande que as autoridades do Reino Unido lançaram uma investigação sobre o aumento de crianças que buscam a transição para o sexo oposto.

Tratamento químico

Já nos EUA, há também um impulso crescente para injetar drogas nas crianças, com o objetivo de impedir o início da puberdade.

"Pessoas razoáveis ​​ficariam perplexas, se não repelidas, pelas declarações e ações de um pesquisador líder em tratamento de transgêneros", relatou o Federalist. "Em um estudo financiado por uma doação de US$ 5,7 milhões do National Institutes of Health (NIH), pesquisadores incluindo a Dra. Johanna Olson, do Hospital Infantil de Los Angeles, estão supostamente avaliando o uso de bloqueadores da puberdade e hormônios sexuais cruzados em crianças disfóricas".

Na Inglaterra, 800 crianças disfóricas receberam injeções de bloqueadores da puberdade no ano passado, incluindo algumas com apenas 10 anos de idade.

O aumento estimulou uma investigação no Reino Unido sobre o aumento de crianças que buscam a transição para o sexo oposto. As autoridades vão analisar o papel das mídias sociais em incentivar as crianças a considerar a mudança de sexo.

A terapeuta familiar, Dra. Linda Mintle, disse à CBN News que as crianças muitas vezes enfrentam confusão sobre sua identidade de gênero, mas geralmente descobrem isso por conta própria.

"É muito normal as crianças se questionarem com algumas ideias de gênero, mas geralmente resolvem essas questões quando chegam à idade adulta sem nenhum tipo de intervenção", explicou ela. "Minha preocupação é: se pressionarmos as pessoas pelo que elas estão sentindo no momento, de uma forma ou de outra, não estamos permitindo que elas lidem com as coisas como normalmente lidariam para descobrir quem são".

Mintle acredita que é perigoso que os adultos incentivem as crianças a tomarem medidas drásticas e invasivas para lidar com suas questões sobre gênero. "A ideia dos adultos de pensar sobre crianças que não têm a capacidade de abstrair o que estamos falando é meio ridícula", acrescentou.

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"Ela não estaria viva se não fosse pelas orações", diz mãe de Demi Lovato

Posted: 20 Sep 2018 05:32 AM PDT

"Ela não estaria viva se não fosse pelas orações", diz mãe de Demi Lovato

A mãe da cantora Demi Lovato, Dianna De La Garza, falou pela primeira vez sobre a overdose sofrida por sua filha em julho. Ela confirmou que Lovato tinha problemas com drogas, mas sobreviveu graças ao poder da oração.

Em uma entrevista à emissora americana Newsmax TV, De La Garza disse que tinha permissão de Demi para falar sobre o incidente e relembrou o dia em que a filha foi hospitalizada.

“Mensagens começaram a chegar: ‘Acabei de ouvir a notícia, sinto muito, estou orando pela sua família, estou orando por Demi’. Eu fiquei em choque, tipo, o que está acontecendo? Meu coração desmoronou”.

Ela conta que antes que pudesse ler alguma notícia sobre o que havia acontecido com a filha, a assistente de Demi, Kelsey, ligou. “As palavras que saíram da sua boca são difíceis de ouvir como pais. Ela disse: ‘Demi teve uma overdose’. Eu fiquei em choque, não sabia o que dizer, era algo que eu nunca esperava ouvir como mãe sobre nenhum dos meus filhos”, relata.

De La Garza levou suas outras filhas para o pronto-socorro do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, onde Demi estava internada.

"Ela estava em má forma, mas eu disse a ela: ‘Demi, eu estou aqui, eu te amo’. E nesse momento, ela disse para mim: ‘Eu também te amo’. Daquele ponto em diante, eu não me permiti pensar que as coisas não iriam ficar bem… Nós simplesmente ficamos dois dias sem saber ela iria ficar [bem] ou não”, ela conta.

A mãe da cantora ainda afirmou que sua filha sobreviveu graças ao poder da oração. “Eu sinto que a razão pela qual ela está viva hoje é por causa das milhões e milhões de orações que subiram [ao céu] naquele dia em que todos descobriram o que estava acontecendo”, disse ela. “Eu acho que ela não estaria aqui se não fosse por essas orações”.

Depois de ter sofrido a overdose, De La Garza disse que Demi está se recuperando bem. “Ela está feliz, ela está saudável, está trabalhando em sua sobriedade e recebendo a ajuda que precisa — e isso, por si só, me encoraja sobre o futuro dela e de nossa família”, disse ela.

Vício em drogas

Demi já falou abertamente sobre sua luta contra o uso de drogas. Em junho, ela lançou uma música chamada “Sober”, que falava sobre uma recaída após seis anos de sobriedade. Na música, ela pedia desculpas por decepcionar sua família e fãs.

Em agosto, a cantora quebrou seu silêncio nas mídias sociais: “Sempre fui transparente sobre a minha jornada com o vício. O que eu aprendi é que esta doença não é algo que desaparece ou some com o tempo. É algo que eu devo continuar a superar e ainda não consegui”.

Ela continuou: “Quero agradecer a Deus por me manter viva e bem. Aos meus fãs, sou eternamente grata por todo o seu amor e apoio ao longo desta semana e além. Seus pensamentos positivos e orações me ajudaram a navegar neste momento difícil”.

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Joel Engel destaca generosidade na Escola Profética: “O Evangelho é doar e não tirar”

Posted: 19 Sep 2018 01:42 PM PDT

Joel Engel destaca generosidade na Escola Profética:

 

A 7ª edição da Escola Profética ultrapassou todas as expectativas. O encontro realizado anualmente em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, contou com quase 2 mil participantes de 22 estados brasileiros.

“Ultrapassamos em 80% o número de inscritos e ultrapassamos o número de pessoas que participaram sem inscrição prévia. Esta edição superou todas”, disse o pastor Joel Engel, fundador da Escola Profética, em entrevista ao Guiame.

Enquanto a edição anterior da Escola tinha o tema “Faça-me Teu Filho”, a atual edição foi norteada pela mensagem “Faça-me Teu Pai”. De acordo com Engel, a visão de seu ministério é converter o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais.

“Quando o filho pródigo volta para casa, ele pede para que o pai seja seu patrão. O pai diz: ‘Não faça de mim seu patrão, faça de mim seu pai’. ‘Faça-me Teu Pai’ é um chamado de Deus dizendo que Ele quer ser o nosso pai”, esclarece o pastor.

“Você precisa conhecer o seu pai. O filho pródigo não conhecia o pai dele, assim como o filho que estava em casa também não conhecia. Quando o filho pródigo volta, conhece verdadeiramente seu pai e entende que ele era a melhor pessoa do mundo. Quando ele foi embora, certamente não pensava isso. Estamos resgatando a imagem do pai, porque o pai representa Deus”, acrescentou Engel.

Encontro sem placas

Marcado como um evento de alianças entre diferentes igrejas, a Escola Profética reuniu quase 200 denominações do Brasil. O pastor Joel Engel acredita que isso é possível pelo movimento do Espírito de Deus na nação.

“Eu quero apresentar o Espírito Santo ao Brasil. Há alguns anos a rejeição ao Espírito Santo e à unção era quase 100%. Hoje a aceitação da unção e do Espírito Santo no Brasil está quase 100%. As pessoas vêm porque o Espírito Santo é quem traz cada um dos participantes”, explica.

Outra característica que marca a Escola Profética é a generosidade. Muitas pessoas que não tinham condições financeiras de estar no evento foram presenteadas com hospedagem, passagem e alimentação.

“Quando eu entrei no Evangelho, eu era empresário. Ofertei minha empresa, minha casa, meus carros. Eu acho que quem encontra o tesouro do Evangelho, deve entregar tudo por aquilo. Os apóstolos entregaram suas casas e terras. Esse é o verdadeiro Evangelho, doar e não tirar. Um dia vou ver apóstolos e profetas que vão visitar as igrejas para levar uma oferta e levar a sua benção, e não cobrar ou estipular um valor, porque não há preço para a benção de Deus”, observa o pastor.

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Reconhecimento do Yom Kipur pela ONU tem significado profético, dizem líderes cristãos

Posted: 19 Sep 2018 12:32 PM PDT

Reconhecimento do Yom Kipur pela ONU tem significado profético, dizem líderes cristãos

No entardecer desta quarta-feira (19), judeus do mundo inteiro terminam a celebração do Yom Kipur (também chamado de Dia do Perdão), uma das datas mais importantes do judaísmo.

Este é o terceiro ano que a data é reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), que estabeleceu o Yom Kipur como feriado oficial em 2015, após esforços diplomáticos de Israel com apoio dos Estados Unidos.

Antes de reconhecer o Yom Kippur, a ONU já reconhecia outras datas religiosas como feriados oficiais, como as celebrações cristãs do Natal e Sexta-feira Santa e as muçulmanas Eid al-Fitr e Festa do Sacrifício.

Durante o Dia do Perdão, não há reuniões oficiais na ONU e funcionários judeus podem faltar ao trabalho, sem perder um dia de férias.

Para o fundador da Coalizão Europeia para Israel, Tomas Sandell, o movimento da ONU em reconhecer o Yom Kipur tem significado político e espiritual.

“Politicamente, este é o primeiro passo para dar aos judeus o mesmo respeito que os cristãos e muçulmanos por seus feriados. Mas é apenas um primeiro passo”, disse Sandell à CBN News.

“Espiritualmente, creio que há um significado profético ver que as nações estão gradualmente se adaptando ao calendário bíblico de Deus, aos tempos designados por Ele”, acrescentou.

Segundo Sandell, o “Yom Kipur tem uma mensagem que vai além do judaísmo”.

A Bíblia explica o significado do Yom Kipur em Levítico 23:26-32: “O décimo dia deste sétimo mês é o Dia da Expiação. Façam uma reunião sagrada e humilhem-se, e apresentem ao Senhor uma oferta preparada no fogo. Não realizem trabalho algum nesse dia, porque é o Dia da Expiação, quando se faz propiciação por vocês perante o Senhor, o Deus de vocês.”

Homenagem

Embora a ONU tenha se posicionado contra Israel em diversas questões políticas nos últimos anos, na semana passada, pouco antes do Ano Novo Judaico (Rosh Hashaná), os judeus foram homenageados por dezenas de embaixadores e pelo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em Nova York.

Eles fizeram parte da celebração judaica “Tashlich”, um ritual que se realiza no primeiro dia do Rosh Hashaná para agradecer a Deus pelos pecados lançados nas profundezas do mar (Miquéias 7:18-20).

“Com o início do Ano Novo Judaico, a ONU também está começando um novo ano”, declarou o embaixador israelense na ONU, Danny Danon, que organizou o evento com apoio da Coalizão Europeia para Israel.

António Guterres aproveitou a celebração para “oferecer bênçãos ao povo judeu”.

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Mais de 10 mil pessoas foram curadas de transtornos psiquiátricos através de pastor

Posted: 19 Sep 2018 10:53 AM PDT

Mais de 10 mil pessoas foram curadas de transtornos psiquiátricos através de pastor

Os milagres são a principal marca do ministério do pastor norte-americano Mike Hutchings. Quase 1.600 pessoas foram curadas de distúrbios provocados pelo estresse pós-traumático através dele e mais de 10 mil pessoas foram curadas de traumas através de sua equipe.

Em mais de 35 anos de ministério pastoral, Hutchings vem treinando líderes, intercessores, capelães e conselheiros para ministrarem cura sobre as pessoas que sofrem com o transtorno do estresse pós-traumático (TEPT). Atualmente, ele faz parte da equipe da Global Awakening, fundada pelo pastor Randy Clark.

O TEPT é caracterizado pela dificuldade em se recuperar depois de vivenciar um acontecimento assustador, afetando principalmente militares, vítimas de abuso sexual, alvos de acidentes e crimes ou qualquer incidente traumático.

“Minha mensagem principal é simplesmente esta: não importa o trauma que você passou, você não precisa mais ser definido pela sua história”, disse Hutchings ao site Charisma News. “Você pode ser curado em nome de Jesus e permitir que Ele restaure sua alma”.

Hutchings tenta abordar a raiz do trauma, não apenas os sintomas. O trauma é um distúrbio que afeta principalmente o cérebro, que registra as imagens que assombram a vítima.

“Não é como algo do passado. Elas podem ter uma lembrança ou um gatilho, e parece que o trauma está no presente”, explica Hutchings. “Muitas pessoas são capazes de superar seus traumas porque têm resiliência em sua alma, mas há muitas pessoas que carregam traumas com elas”.

Como lidar com o trauma?

Em seu modelo de oração, Hutchings procura oferecer alguns passos para resgatar as pessoas do trauma. O primeiro deles é lembrar a verdadeira identidade originada em Deus.

“Uma das coisas que acontece com pessoas traumatizadas é começar a acreditar na mentira de que o trauma está ligado com sua identidade”, observa o pastor. “Elas se enxergam como alguém com quem ‘as coisas ruins sempre acontecem’. Essa não é a identidade que Deus lhes deu. São filhas e filhos amados que sofreram coisas ruins porque vivem em um mundo destruído”.


Pastor Mike Hutchings durante ministração em igreja nos Estados Unidos. (Foto: Rachel Hutchings)

Em seguida, ele lembra a vítima das promessas de Deus que são apresentadas na Bíblia. Depois, a vítima é conduzida através do processo de perdão, tanto para si mesma como para outras pessoas. Na sequência, a vítima é incentivada a lançar fora toda a dor e culpa associadas ao trauma.

Embora cada passo seja fácil de descrever, o processo pode ser cansativo — especialmente por envolver forças demoníacas. “Grande parte dessa oração é simplesmente declarar as promessas de Deus sobre sua identidade como filho, romper com a vergonha, acabar com a culpa, ajudá-los a perdoar e cancelar a influência demoníaca sobre suas mentes”, explica Hutchings.

“Há um espírito de trauma. Há um espírito de tormento. Há um espírito de medo”, alerta o pastor, esclarecendo que esses espíritos geralmente se manifestam sob a forma de pensamentos e ações suicidas.

“Eles não são possuídos por esses espíritos. Eles simplesmente dão ouvidos a eles”, destaca o pastor. “Quando eles estão recebendo esses pensamentos, eles acham que são seus pensamentos, porque o trauma abre uma porta para o inimigo atormentar as pessoas. Até que aquela ferida da alma seja curada, é como se houvesse uma porta aberta e eles não podem ter controle”.

Como lidar com traumas na igreja?

Dentro das quatro paredes da igreja, muitas pessoas que estão feridas têm medo de falar sobre sua dor. De acordo com Hutchings, isso acontece porque o corpo de Cristo não sabe como lidar com as emoções negativas, especialmente o trauma.

“Nós temos uma tendência de negar isso. Nós colocamos um rosto feliz e não sabemos como criar um ambiente dentro da igreja onde as pessoas realmente são curadas de seus traumas e libertadas”, observa.

Para abordar o trauma, Hutchings diz que a liderança da igreja deve criar uma atmosfera onde as emoções negativas não sejam sufocadas. A atmosfera — seja uma conferência, seminário ou pequeno grupo — deve ser um espaço onde o trauma possa ser discutido abertamente para promover a cura.

Ele ainda observa que os líderes tendem a encorajar aqueles que sofrem dificuldades a se alegrarem, o que pode, na verdade, ser prejudicial. “Na igreja como pastor, temos essa pressão para fazer todo mundo feliz e agir como se tudo estivesse bem quando, na realidade, todo mundo está sangrando”, destaca Hutchings. “Os traumas não são falta de fé, não são pecaminosos”.

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